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Liberdade aos 42

Liberdade aos 42

27
Nov20

A Liberdade de... Francisco Carita Mata


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Liberdade da opressão do Corona!

Naquela tarde, a do convite de MJP, dezassete de Novembro, o dia fizera-se bonito! (Naquela Margem Sul do Rio.) O sol, toda a manhã tapado pelo capacete de nevoeiro alto, alegrou-nos a tarde. Riu-se para nós, na sua imensa benevolência, perante pacatos cidadãos de um País tão dado a fadistagens lúgubres. Que nunca é demais agradecermos por viver em clima de Invernos tão amenos! (Talvez por isso os Verões se venham tornando tão quentes! “Não há bela sem senão”, diz a minha Mãe.)

Apesar dos condicionamentos impostos às nossas liberdades individuais (por vezes pequenos egoísmos, egocentrismos) resultantes da situação complexa em que vivemos, desta pandemia que nos tolhe, do medo que, disfarçado e inconscientemente nos perturba, vivenciamos com Alegria e Esperança estes nossos dias de tempestade

Agradecemos a Deus, à Divina Providência, a suposta Entidade, que certamente se encarrega de colocar alguma organização neste Universo. 

Cosmos, num aparente caos, mas em que, apesar dessa aparência desordenada, numa projeção para infinitos, tanto no tempo como no espaço, ressalta a existência de uma Harmonia, mesmo que superficialmente se apresente desarmónica.

É o que julgo estarmos vivenciando nestes meses de convulsão pandémica. 

A Humanidade, o Ser Humano, um mero elemento particular do complexo universal em que se integra, apesar de estar vivendo esta situação algo distópica, encontrará um caminho de libertação deste pesadelo. Libertar-se-á desta opressão que nos condiciona no nosso ser, no nosso viver. E voltará a sentir-se livre e a ser, de facto, mais livre, porque liberta deste temor condicionante do Corona!

E para findar estes pensamentos, utópicos (?), explicar que esta narrativa me surgiu na sequência de convite de MJP: blogs.sapo.pt / liberdadeaos42.

Para escrever algo sobre Liberdade. Projetei conteúdos, idealizando pensamentos consentâneos ao conceito; considerei a forma: prosa ou poesia ou ambas; situei-me no tempo presente; fui-me sempre projetando no meu espaço mais natural que é o da minha Aldeia, a que andava há meses para dedicar um postal específico. Saíram estas palavras, este vocabulário estruturando estes pensamentos.

(Ilustro com uma rosa. Dos meus campos. Uma metáfora da Liberdade, sempre condicionada pelos vários contextos em que se insere.)

Francisco Carita Mata - Nov. 2020

 

Texto e foto da autoria de: Francisco Carita Mata

 

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