Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Liberdade aos 42

Liberdade aos 42

26
Jul21

Alimentos de A a Z... Coentros


Na sequência da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos os coentros.

 

Alimentos de A a Z_coentros.gif

 

História

Os coentros são originários da bacia mediterrânica e do Médio Oriente. Foram provavelmente dos primeiros condimentos cultivados, tendo sido conhecidos e utilizados na farmacopeia sumérica e babilónica há já cinco mil anos, como o testemunham as placas de argila com caracteres cuneiformes encontradas nas ruínas de Nippur.
 
Também se encontram referências a esta planta em textos sânscritos, na Bíblia (Números, 11:7); Êxodo, 16:31) e no Papiro Ebers (presumivelmente de 1550 a.C.), onde é referido que os Egípcios faziam macerar os coentros no vinho para aumentar um certo estado de exaltação a que podemos chamar embriaguez. Os coentros foram igualmente encontrados no túmulo de Tutankamon (cerca de 1343 a.C.).
 
Os Gregos acreditavam que a planta tinha propriedades afrodísiacas e, segundo o médico grego Dioscórides (cerca de 40 – 90 a.D.), ingerir coentros podia aumentar a apetência sexual masculina. Hipócrates (cerca de 460 – 377 a.C.), por sua vez, consagrou aos coentros um tratado completo com o título «Korion».
 
Quanto aos Romanos, adicionavam folhas de coentros quando coziam legumes e cevada, e Virgílio (70 – 19 a.C.) descreve um molho feito com sementes de coentros, arruda, segurelha, hortelã, aipo selvagem, cebola, tomilho, alho e poejos.
Também existem referências à planta na China, durante a dinastia Han.
 
Na Idade Média, a planta era utilizada para preparar filtros de amor, e foi mencionada como um afrodisíaco no livro «As Mil e Uma Noites».
 
 
Origem do nome:
 
O nome da planta em português e na maior parte das línguas europeias tem origem em coriandrum, o nome em latim da planta, que é derivado da palavra grega koríandron ou koríannon. Há quem pense, por sua vez, que a raiz da palavra grega poderia ter derivado de koris (percevejo) e seja uma alusão ao aroma forte da planta, quando friccionada, que faria lembrar o cheiro daquele insecto. Nada prova essa teoria (Dulce Rodrigues).
 

 

Propriedades

Os coentros são digestivos, anti-sépticos e calmantes. Na Índia, são considerados afrodisíacos, uma vez que servem para aumentar as glândulas mamárias (mas esta é, apenas, um dos seus inúmeros benefícios). Os coentros têm quatro vezes mais caroteno e três vezes mais cálcio do que a salsa. Têm ainda proteínas, sais minerais, vitamina B e niacina. As folhas são muito ricas em ferro e vitamina C (tanto os coentros como a salsa ajudam a neutralizar o hálito do alho e a tisana das folhas combate a fadiga e alguns tipos de enxaquecas).

As suas sementes são um excelente digestivo (quando mastigadas depois da refeição) e aliviam as dores de estômago em caso de digestões difíceis, vómitos e flatulência, estimulando o apetite e ajudando na secreção de sucos gástricos e intestinais.

Na medicina chinesa, inalam-se os vapores dos ramos dos coentros e massaja-se o corpo com chá para acalmar a comichão e eliminar as borbulhas do sarampo. Na antiguidade, estes eram mais utilizados pelas suas propriedades medicinais, mas hoje em dia é mais comum serem usados na culinária.

 

Principais benefícios associados ao consumo

Inibem compostos carcinogénicos na carne vermelha

Um estudo realizado em 2010 descobriu que a adição de coentros, Boesenbergia rotunda, galangal, açafrão ou cominhos à carne de bovino que é frita inibe a formação de amino-heterocíclicos na mesma. Estes são componentes cancerígenos que se desenvolvem na carne quando é cozinhada a altas temperaturas.

Têm um efeito analgésico e anti-inflamatório

O extracto de coentros tem um efeito analgésico e anti-inflamatório, segundo um estudo feito com ratos. Estes efeitos foram a conclusão de outro estudo publicado em 2015.

São ricos em carotenóides

Segundo um estudo irlandês de 2010, os coentros – assim como o manjericão – são ricos em carotenóides, ultrapassando outras aromáticas como menta, salsa e alecrim. Os coentros e o manjericão tinham, de acordo com o estudo, os níveis mais elevados de beta-caroteno, luteína e zeaxantina e ainda beta-criptoxantina. O beta-caroteno ajuda a proteger a pele da exposição solar e ajuda a prevenir a degeneração macular dos olhos, uma condição associada à idade avançada. A luteína e zeaxantina estão presentes nos olhos humanos; a sua ingestão previne e reduz as cataratas e a degeneração macular. A beta-criptoxantina ajuda na formação de vitamina A, que é importante para os olhos, para o crescimento e para o sistema imunitário.

São antifúngicos

De acordo com um estudo publicado em 2014, o extracto das folhas dos coentros inibe a actividade do fungo Candida sppEste pode causar infecções na boca, nos genitais, no aparelho gastronintestinal ou na pele.

 

Na culinária

As sementes dos coentros devem ser adicionadas no início da cozedura, já as folhas devem ser consumidas cruas ou adicionadas no final da confecção para manterem todas as suas propriedades e evitar que adquiram um sabor amargo. A incorporação de coentros nos pratos com leguminosas favorece a reabsorção dos gases intestinais.

As sementes de coentros podem ainda ser utilizadas para aromatizar a cerveja e o gin e produzir licores digestivos. Também costumam ser usados para aromatizar vinagre e vários tipos de conservas como puré de tomate, pêras ou maçãs, salsichas ou patés. Na Índia, é um ingrediente essencial do caril em pó.

Tanto as folhas como as sementes salientam o sabor da choucroute, beterraba, cornichons, cogumelos, alcachofras e salada várias, especialmente de batata. (Adicionar uma ou duas sementes esmagadas a uma chávena de café confere-lhe um excelente sabor).

Apesar de, muito apreciados por alguns, outros há que dizem que os coentros "sabem a sabão". Há um estudo que mostra uma possível explicação para o estranho fenómeno, ao descobrir duas variantes genéticas associadas à percepção do sabor da erva aromática. 

 

No jardim

Embora possam ser cultivados como erva aromática, convém separá-los das plantas de jardim, pois o forte aroma da folha e sementes frescas pode ser prejudicial para algumas plantas. Sabe-se, no entanto, que afasta os afídeos, aos quais é imune.

Quando associada ao funcho, impede a formação das suas sementes, enquanto que ajuda a germinar as do anis. As suas lindas e delicadas flores fazem lindos canteiros e atraem abelhas. O aroma das suas sementes vai-se tornando mais intenso e agradável à medida que estas vão amadurecendo (Fernanda Botelho).

 

Sugestões de utilização:

Açorda de cação e coentros

Amêijoas com coentros

Arroz de coentros

Azeite de coentros

Bacalhau com pesto de coentros

Bife de atum com molho de coentros

Caldeirada de coelho aromatizada com coentros

Caldo-verde com coentros

Camarões no forno com coentros

Chutney de coentros

Creme de coentros

Frango panado com molho de coentros

Molho de coentros e lima

Piso de coentros e manjericão

Salada de polvo com pimentos e coentros

Salmão em crosta de broa com coentros

Sopa de coentros

Tamboril salteado com coentros

Tiras de entrecosto com alho e coentros

 

http://www.dulcerodrigues.info/plantas/pt/coentros_pt.html

https://www.raulvalente.pt/comidas/condimentos/plantas-aromaticas/coentros/

https://www.dn.pt/dn-ocio/o-segredo-do-coentro-e-da-salsa-e-de-outras-ervas-aromaticas-12759992.html

https://lifestyle.sapo.pt/saude/saude-e-medicina/artigos/coentros

https://mamapaleo.blogs.nit.pt/receita/chucrute-os-seus-surpreendentes

https://batatadoceira.blogspot.com/2018/12/cultivo-coentros.html?m=1

https://www.cantinhodasaromaticas.pt/produto/coentros-coriandrum-sativum-3/

https://www.margao.pt/produtos/ervas-e-especiarias-e-pimentas/especiarias/coentros-moidos

https://revistaatletismo.com/conheca-os-beneficios-dos-coentros-para-a-saude/

https://revistajardins.pt/4-beneficios-coentros/

https://www.fitnesshut.pt/nutrihut/receitas/coentro-para-que-serve-e-propriedades/

https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2017-04-04-nao-gosta-de-coentros-sabem-lhe-a-sabao-a-culpa-pode-ser-de-um-gene/

 

19
Jul21

Alimentos de A a Z... Côco


No seguimento da rubrica Alimentos de A a Z, hoje apresento-vos o côco.

 

Alimentos de A a Z_côco.gif

 

Do côco podem aproveitar-se todas as partes: sumo, polpa e casca, quer seja para a alimentação ou para fins medicinais/estéticos. 

É um fruto rico nutricionalmente e com propriedades antibacterianas, antidiabéticas e .

A polpa de côco e a água apresentam vários benefícios para saúde: 

  • Contribui para a prevenção da Diabetes através da regeneração das células produtoras de  (possui certas proteínas responsáveis por essa função);
  • Excelente hidratante; 
  • Favorece a regulação da pressão osmótica semelhante à pressão sanguínea (, etc.);
  • Ajuda a regular a pressão sanguínea e, consequentemente, tem efeito anti-hipertensivo ()
  • Contribui para o controlo dos níveis de ;
  • Apresenta efeitos antibacterianos, que favorecem o controlo de infecções urinárias e problemas intestinais;
  • Tem propriedades  (Aminoácido L-arginina)

O óleo de côco, por apresentar elevadas quantidades de  saturados, que estão associados ao aumento do  sanguíneo LDL, comummente denominado “mau , e ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, deve ser consumido com moderação.

 

Como comprar e conservar

Actualmente podem encontrar-se à venda vários produtos de côco: o côco no seu estado natural, polpa de côco (natural ou desidratada), água de côco, bebida de côco, côco ralado, óleo de côco ou até mesmo produtos de estética ou medicamentos à base de côco. 

No momento da compra deve escolher-se cuidadosamente o côco: verificar a sua consistência, se está intacto e sem fendas; agitar cuidadosamente para verificar se o côco tem água no seu interior, o que acaba por tornar a polpa mais suculenta; verificar o peso do côco, quanto mais pesado for, melhor.

Após a abertura do côco, deve-se guardar no frigorífico durante alguns dias. Se não for aberto, pode ser guardado durante 8 a 10 meses.

 

Sugestões de utilização:

Arroz doce de manga e côco

Batido de abacate, côco e lima

Beijinhos de côco

Bifes de perú com leite de côco e coentros

Biscoitos de côco e chocolate

Bolo de batata-doce com côco

Bolo de cenoura e côco

Bolo de côco com calda

Bolo de côco e ananás

Bolo de frutos secos sem ovos

Bolo-pudim de côco

Bombons de praliné com côco e café

Brigadeiros de côco e limão

Café com leite de côco e caramelo

Camarão com côco

Camarões com côco e cerveja

Camarões panados em côco com salada de manga

Caril de legumes com leite de côco e natas

Cheesecake de caramelo chocolate e côco

Copinhos de côco e de canela

Copinhos de iogurte de côco com ananás e leite condensado

Delicia de côco e leite condensado

Delícias de côco

Frango com molho de côco

Galette de côco

Gambas com leite de côco e arroz de limão

Gelado de manga e côco vegan

Mini tiramissus de framboesa e côco

Panacota com côco e manga

Pescada com leite de côco e pimenta rosa

Pudim de côco

Pudim de côco frio

Queijadas de côco

Queques rápidos de côco

Suspiros de côco

Tarte de côco rápida

Torta de côco

Torta húmida de côco

 

https://saboreiaavida.nestle.pt/bem-estar/coco

https://www.sococo.com.br/o-coco/

https://www.teleculinaria.pt/search/coco/

https://www.pingodoce.pt/?s=coco

 

12
Jul21

Alimentos de A a Z... Chá


No seguimento da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos o chá.

 

Alimentos de A a Z_chá.gif

 

Uma bebida milenar

2737 a.c.: Já nesta altura os benefícios do chá eram reconhecidos pelo imperador chinês Shen Nung, que o bebia pelas suas propriedades medicinais. Mas foi com o tratado de Lu Yu, o primeiro tratado sobre chá com carácter técnico, escrito no século VIII (durante a dinastia Tang), que o papel da China como responsável pela introdução do chá no mundo ficou imortalizado. No século seguinte um monge budista levaria consigo esta bebida até ao Japão.

A Europa só viria a conhecer o sabor do chá séculos depois — estima-se que por volta de 1559, apesar de só no século XVII o seu consumo se ter tornado mais comum. Graças aos navegadores, Portugal foi o primeiro país europeu a consumi-lo, mas foram os holandeses quem importou o primeiro carregamento vindo da China.

Mas, nem por isso os portugueses deixaram de fazer história com esta bebida: foi pela mão de Catarina de Bragança (filha do rei D. João IV e da rainha D. Luísa de Gusmão) que o típico “chá das cinco” entrou nos hábitos ingleses, depois da princesa portuguesa se ter casado com o rei Carlos II, levando consigo a sua bebida preferida. Hoje, o chá é uma das bebidas mais consumidas nas Ilhas Britânicas.

 

Chá ou infusão? 

Chá verde, chá de limão, chá de erva-príncipe, chá de cidreira… Poderíamos enumerar vários tipos de chás mas, estaríamos a utilizar o termo correto? De acordo com os mais puristas, existem apenas 4 tipos de chá: verde, preto, branco e oolong.

Todos derivam da Camellia sinensis, uma planta em forma de arbusto, nativa da China e da Índia. Ela contém flavonóides, antioxidantes que podem ajudar a combater os radicais livres, contribuindo para a prevenção do aparecimento de cancro, doenças cardiovasculares ou entupimento de artérias.

Além destes, o chá contém também teína (a cafeína do chá), o que não existe nos restantes “chás”, os quais, na verdade, são apenas infusões.

 

Benefícios do chá

Apesar de advirem todos da mesma planta, os chás diferenciam-se uns dos outros, dependendo do processo de secagem e oxidação: quanto mais processadas as folhas de chá, menos polifenóis contêm (estes incluem os flavonóides). Vários estudos têm demonstrado os benefícios do chá para a saúde.

Chá verde
Com alta concentração de flavonóides, entre os vários benefícios do chá verde está o facto de ajudar a baixar o colesterol total e o LDL (o mau colesterol), segundo revela uma compilação de estudos.

Chá preto
De acordo com um conjunto de estudos de 2009, consumir 3 chávenas de chá preto (ou de chá verde) por dia pode ajudar a prevenir a ocorrência de um AVC isquémico (o mais frequente).

Chá branco
Segundo investigadores da Oregon State University, o chá branco parece ser o chá com maior potencial para ajudar a combater o cancro.

Chá oolong
Bastante consumido na China e em Taiwan, um dos benefícios deste chá prende-se com o colesterol. Num estudo, os participantes que consumiam este tipo de chá apresentaram um risco mais reduzido de ter níveis de colesterol total, triglicerídeos e LDL elevados.

 

Chá em folhas ou saquetas?

Existem várias razões, para que opte por chá em folhas, que se relacionam com a qualidade. Apesar de os chás de folhas soltas e os chás em saquetas (particularmente os comercializados em supermercados) serem originários da mesma planta, existem alguns factores que influenciam a qualidade, sabor e longevidade do chá final.

Os chás de alta qualidade vendidos em folhas soltas são feitos dos melhores botões, escolhidos com rigor, da planta Camellia sinensis. A altura da colheita e as condições de crescimento afectam significativamente a qualidade do chá. Quando todos esses factores são levados em conta, assim como um bom vinho, o chá retém os seus sabores distintos e característicos.

Em contraste, o chá encontrado em saquetas, prontas a fazer uma infusão, consistem geralmente em pequenos pedaços de folhas de chá ou Tea Fannings (também referida como poeiras) que permitem uma mistura rápida, mas que nunca atingirá a subtileza e sabor dos maiores chás de folhas soltas. De facto, alguns chás de folhas soltas, como Monkey Picked Chá Oolong, podem até ser re-mergulhadas em várias chávenas de chá mantendo o rendimento e sabor saudável. As saquetas de chá também podem libertar mais taninos do que os chás de folha solta, resultando num sabor final mais duro.

 

Como preparar um chá perfeito:

Engane-se quem pensa que os cuidados com o chá se relacionam exclusivamente com ferver água ao mesmo tempo que se colocam, na chaleira, as ervas preferidas.

Para apenas obter os benefícios do chá, são necessários pequenos detalhes que fazem uma grande diferença. Só assim se certificará que não se destroem as propriedades desta bebida:

1. Não ferva a água com que vai fazer o chá. Aqueça-a, apenas, até começarem a aparecer as primeiras bolhas de ar, desligando de imediato.
2. Adicione a erva do chá que pretende e abafe com uma tampa por 5 minutos. Deixe a infusão descansar neste período.
3. Passados 5 minutos, coe o chá.
4. Não deve reaquecer o chá.
5. Conserve o chá em local seco e fresco, para que preserve as substâncias benéficas, como os polifenóis e os antioxidantes.
6. Não lhe adicione leite ou açúcar, pois pode comprometer os benefícios do chá.

 

Sugestões de utilização:

Arroz aromatizado com chá

Bolo de chá de maçã e canela

Bolo de chá matcha

Bolo de chá preto

Bolo de chá verde

Bolo de chá verde com iogurte e limão

Bolo de chocolate e pêssego em infusão de chá

Chá de hibisco tangerina e canela

Chá gelado matcha com leite condensado

Donuts de chá de matcha

Leite-creme com maçã e chá verde

Peito de frango marinado com chá preto

Salada de camarão com molho de matcha e iogurte

Tarte vegan de chá matcha

Trufas de chocolate e chá matcha

 

https://www.medis.pt/mais-medis/dieta-e-nutricao/uma-chavena-com-todos-os-beneficios-do-cha/

https://www.teapot.pt/#tab1

https://casadocha.com/

https://casadocha.com/artigos/10-bons-motivos-para-beber-mais-cha

https://casadocha.com/artigos/10-chas-que-facilitam-digestao-alimentos

https://jb.utad.pt/especie/Camellia_sinensis

https://www.msn.com/pt-br/receitasebebidas/noticias-e-receitas/camellia-sinensis-para-que-serve-o-%E2%80%9Cverdadeiro%E2%80%9D-ch%C3%A1/ar-BB1frXn8

https://saboreiaavida.nestle.pt/cozinhar/pesquisa?search_api_fulltext=ch%C3%A1

https://lifestyle.sapo.pt/sabores/dicas/artigos/cozinhar-com-cha-sim-e-faz-estes-5-pratos-incriveis

 

05
Jul21

Alimentos de A a Z... Cerveja


No seguimento da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos a cerveja.

 

Alimentos de A a Z_cerveja.gif

 

História e processo de fabrico da cerveja

Não se sabe o momento exacto da produção da primeira cerveja, mas presume-se que tenha ocorrido entre os anos 8 000 a 6 000 A.C., estando relacionada com a sedentarização dos povos e o desenvolvimento da própria agricultura. A fermentação espontânea e acidental de um cereal mergulhado em água, terá estado na origem desta fantástica bebida.

Ao longo dos séculos o processo de produção foi evoluindo com a própria civilização e adquiriu grande importância, nomeadamente no antigo Egipto, onde servia como moeda de troca para pagamento de serviços. Durante o domínio Romano, a cerveja foi destronada pelo vinho, sendo considerada bebida de bárbaros, voltando a ser valorizada na idade média onde era produzida sobretudo nos mosteiros. Estes deram origem a algumas das cervejas de maior reputação no mundo e que ainda hoje são produzidas.

A revolução industrial com a introdução de novas tecnologias nomeadamente a máquina a vapor, o frio industrial e o progresso científico sobre leveduras e fermentações veio alterar completamente os métodos de produção da cerveja dando origem a uma verdadeira indústria moderna, com fábricas cada vez maiores. Esta modernização, a par da utilização do lúpulo, uma nova matéria-prima cujas propriedades conservantes permitiam dar longevidade à cerveja (antes apenas era possível guardar a cerveja por alguns dias), sendo possível armazenar grandes quantidades de produto e transportá-lo para distâncias cada vez maiores.

A meio da década de 1800, na cidade de Pilsen na República Checa é criada a primeira Pilsner, pelo mestre cervejeiro alemão Josef Groll. Este estilo, caracterizado pela fermentação a temperaturas baixas, está na origem da maioria das cervejas produzidas ainda hoje em todo o mundo. Juntamente com as American Lager (distinguem-se da pilsner pela utilização de milho para além do malte de cevada), correspondem a perto de 80% da cerveja produzida e consumida a nível mundial.

Em Portugal o processo foi em tudo idêntico. As unidades de produções regionais foram sendo concentradas em dois grupos, um a norte (Super Bock Group) e outro a sul (Sociedade Central de Cervejas) que são responsáveis pela quase totalidade da cerveja produzida no país. 

 

Benefícios associados à ingestão de cerveja

1 – Um estudo da Universidade da Pensilvânia, EUA, verificou que homens e mulheres que bebiam cerveja com moderação – uma a duas cervejas por dia para os homens e meia a uma cerveja por dia para as mulheres – registavam menor declínio no HDL, o ‘bom colesterol’. Logo, ficam mais protegidos contra doenças cardiovasculares. Foram seguidos mais de 80 mil participantes durante seis anos.

2 – Já um estudo realizado na Finlândia associa o consumo de cerveja com a redução do risco de desenvolvimento de cálculos renais. E não é baixo, uma cerveja por dia reduz o risco em 40%. A explicação está no facto de os componentes da cerveja ajudarem a diluir a urina e aumentar o seu fluxo, reduzindo assim o risco de formar pedras. O álcool também pode «aumentar a excreção de cálcio», o principal constituinte de cálculos renais.

3 – A cerveja pode proteger contra ataques cardíacos. Uma equipa de pesquisa na Universidade de Scranton, EUA, revela que a cerveja pode reduzir a aterosclerose para metade e logo os problemas cardíacos daí decorrentes.

4 – Também reduz o risco de acidentes vasculares cerebrais (AVC) até 50%, segundo um estudo da Escola Médica de Harvard e da Associação Americana de AVC. Mais uma vez, o impacto da cerveja nas artérias, ao torná-las mais flexíveis, faz com que o fluxo sanguíneo melhore significativamente. Como resultado, não se formam coágulos de sangue e o risco de ter um derrame reduz-se exponencialmente.

5 – A cerveja ajuda a fortalecer os ossos. A conclusão é da Universidade Tufts, EUA, que indica os elevados níveis de silício – que promove o crescimento ósseo – contidos na cerveja como um elemento promotor da saúde óssea.

6 – Também reduz o risco de diabetes. A Universidade de Harvard, EUA, descobriu numa análise que homens de meia-idade que bebem um ou dois copos de cerveja por dia dia parecem reduzir o risco de desenvolver diabetes tipo 2 até 25%. O estudo com 38 mil homens de meia idade concluiu que o teor de álcool na cerveja aumenta a sensibilidade à insulina, o que ajuda a prevenir a diabetes. Além disso, a cerveja é uma boa fonte de fibra solúvel – um material dietético que ajuda a controlar o açúcar no sangue e desempenha um papel importante na dieta de pessoas que sofrem de diabetes.

7 – A cerveja também actua na prevenção da doença de Alzheimer ou outras doenças mentais em 23%. A questão prende-se também com o fluxo sanguíneo que chega ao cérebro, melhorando, portanto, o metabolismo cerebral. O teor de silício presente na cerveja também aparenta ser responsável, uma vez que o silício protege o cérebro dos efeitos nocivos do alumínio no corpo – uma das possíveis causas da doença de Alzheimer.

8 – Trata as insónias, uma vez que estimula a produção de dopamina, um composto prescrito por médicos para quem sofre de insónias. De acordo com pesquisas realizadas na Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, EUA, a simples degustação de cerveja aumenta a quantidade de dopamina no cérebro – e, assim, faz com que as pessoas se sintam mais calmas e relaxadas. No entanto, os académicos esclareceram que esses efeitos são alcançados com uma pequena quantidade, o equivalente a uma colher de sopa de cerveja.

9 – Pode prevenir cataratas em 50%. Pesquisadores da Universidade do Oeste de Ontário, EUA, descobriram que os antioxidantes encontrados na cerveja podem proteger contra danos mitocondriais. As cataratas são formadas quando as mitocôndrias – partes de uma célula responsável pela conversão de glicose em energia – da lente externa do olho são danificadas. O mesmo estudo refere também a prevenção de aterosclerose.

10 – Apesar da conhecida ‘barriga de cerveja’, esta bebida pode ajudar a reduzir o peso, segundo um estudo da Universidade do Estado de Oregon. Segundo os cientistas, um composto chamado xanthohumol, comumente encontrado no lúpulo, pode diminuir as hipóteses de se desenvolver uma síndrome metabólica – uma condição que indica obesidade, pressão arterial elevada, aumento do açúcar no sangue e HDL (colesterol mau). Com conta, peso e medida, mais uma vez.

 

Sugestões de utilização:

Bacalhau com cerveja

Bifanas de cebolada e cerveja

Bifes de javali com cebolada de cerveja

Bifes de vitela com molho de cerveja

Biscoitos de cerveja

Bochechas de porco salteadas com cerveja e alecrim

Bolachas de cerveja

Bolo de chocolate com cerveja preta

Bolo de gengibre e cerveja preta

Camarões com côco e cerveja

Camarões fritos com cerveja

Coelho com cerveja preta

Crepes de cerveja com cogumelos

Entrecosto estufado com cerveja

Febras no tacho com cerveja preta

Frango assado no forno com limão e cerveja

Frango no tacho com cerveja

Lulas com cerveja

Lombos de peixe com cerveja

Maminha com cerveja preta

Moelas com cerveja

Ostras com molho de cerveja

Pá de porco assada com cerveja

Pãezinhos de cerveja com linguiça picante

Pão de cerveja preta

Pataniscas de frango com cerveja

Pernas de frango com cerveja

Pernil assado com cerveja stout e batatinhas

Pescada com cerveja

Pudim de cerveja escura

Rolinhos de perú com cebola e cerveja

 

http://www.tecnoalimentar.pt/noticias/historia-e-processo-de-fabrico-da-cerveja/

https://www.tabeladecalorias.net/alimento/cerveja

https://visao.sapo.pt/atualidade/sociedade/2016-05-10-dez-beneficios-de-beber-cerveja-segundo-a-ciencia/

https://mood.sapo.pt/os-beneficios-de-beber-cerveja/

https://www.receitasfaceisrapidasesaborosas.pt/15-receitas-cerveja-574342/

 

21
Jun21

Alimentos de A a Z... Cereja


No seguimento da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos a cereja.

 

Alimentos de A a Z_cereja.gif

 

Em meados de Abril, e com a chegada do bom tempo, chegam as cerejas, um fruto muito apreciado não só pelos adultos, seduzidos pela sua doçura, mas também pelas crianças, sustentando as suas brincadeiras de faz de conta.

Originária do Médio Oriente, adaptou-se com facilidade a zonas de clima temperado. Os pomares de cerejeiras encontram-se, sobretudo, a norte do rio Tejo. 

Das variedades que podem ser encontradas, destacam-se as cerejas doces e as ácidas, sendo estas últimas conhecidas por ginjas. Este parente da cereja doce, a cereja ácida, é utilizada para fazer o conhecido licor, a ginjinha. Mas Portugal não é o único país a utilizar esta variedade para fazer bebidas: na Alemanha produz-se o Kirsch e na Croácia, o Maraschino.

 

Informação Nutricional

Entre os componentes da cereja, podemos encontrar os ácidos fenólicos e flavonóides, não produzidos pelo nosso organismo e importantes . Este fruto apresenta um considerável teor em fibra,  e carotenóides.

 

Benefícios associados ao consumo

A cereja tem um interessante valor nutricional graças à presença dos , uma substância com propriedades de protecção celular e anti-inflamatórias.

Pela sua elevada quantidade de água e riqueza em , possui propriedades diuréticas que fazem da cereja um ótimo fruto para eliminar toxinas e evitar a retenção de líquidos. O  é também essencial para a regulação do ritmo cardíaco e actividade muscular.

 

Como comprar e conservar
 

Devem escolher-se as cerejas que apresentam uma consistência firme e uma cor vermelha e brilhante, sendo estas as características principais que indicam a frescura deste fruto. Devem também exibir um pedúnculo verde, ser carnudas e apresentarem-se limpas e secas.

Dependendo do tempo de armazenamento que se lhe quer dar, deve ter-se em atenção a sua maturação aquando a compra. Uma cereja madura é mais pesada e doce, face a uma imatura. Devem evitar-se sempre os frutos moles, pegajosos, rachados ou podres.

Pode conservar as cerejas no frigorífico ou à temperatura ambiente, consoante o tempo de durabilidade pretendida. No frigorífico devem ser conservadas na zona mais fria, durante 3 a 5 dias. À temperatura ambiente as propriedades das cerejas podem alterar-se e a sua durabilidade torna-se mais reduzida.

Para que tenha cerejas sempre disponíveis, pode congelá-las, dentro de um saco de plástico, durante um período de cerca de 8 meses.

 

https://ocio.dn.pt/experiencias/estas-sao-as-regioes-da-cereja-em-portugal/19876/

https://www.miele.pt/domestico/cerejas-2889.htm

https://www.centerofportugal.com/pt/tour/a-rota-das-cerejas/

https://saboreiaavida.nestle.pt/bem-estar/cereja#gs.3a8r8a

http://www.visitmadeira.pt/pt-pt/o-que-fazer/atividades/cereja

https://www.compo.pt/guia/plantas/ervas-aromaticas-frutas-legumes/cereja

https://www.lusiadas.pt/blog/prevencao-estilo-vida/nutricao-dieta/cerejas-propriedades-nutricionais

https://www.teleculinaria.pt/blog/ingrediente-rei-cereja/

 

07
Jun21

Alimentos de A a Z... Cenoura


Na sequência da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos a cenoura.

 

Alimentos de A a Z_cenoura.gif

 

A cenoura (Daucus carota) é uma raiz originária do Afeganistão, mas que apresentava nos seus primórdios uma cor púrpura, branca ou amarela.

A cenoura laranja que consumimos actualmente foi desenvolvida no século XVII na Holanda (Países Baixos). Ainda assim, as outras variedades, embora menos conhecidas (e consumidas), continuam a existir.

 

Informação Nutricional

Ao contrário do que é habitualmente dito, apesar do conteúdo de  ser ligeiramente superior aos restantes hortícolas, o  da cenoura é, também, baixo.

A sua cor laranja deve-se à presença de carotenos. É uma importante fonte de  e , bem como de  e  um teor de fibra considerável.

 

Vantagens e desvantagens

Diz-se que a cenoura faz os olhos bonitos! Os carotenos que dão a cor laranja à cenoura são transformados em  depois de absorvidos pelo organismo. A  é um componente dos pigmentos visuais responsáveis pela recepção de luz na retina. Além disso, desempenha um papel importante no processo de no crescimento, no desenvolvimento ósseo e reprodução e contribui para a manutenção de uma pele saudável .

 tem uma importante acção antioxidante, evitando os danos nos tecidos. O  é fundamental para o bom funcionamento dos sistemas imunitário, nervoso e cardiovascular. A fibra da cenoura ajuda no trânsito intestinal e na redução dos níveis de  do sangue.

 

Como comprar e conservar

Opte por cenouras de tamanho pequeno ou médio porque são normalmente as mais saborosas. A cor deverá ser laranja vivo e apresentar uma textura firme. Evite comprar cenouras com mazelas, manchas e que se apresentem flácidas.

As cenouras frescas conservam-se durante bastante tempo quando armazenadas num local fresco e arejado. No frigorífico poderão ser conservadas durante 2-3 semanas.

 

Sugestões de utilização:

Batido de laranja e cenoura

Bolo de cenoura com chocolate

Bolo de cenoura e côco

Bolo de cenoura e laranja com cobertura de chocolate

Bolo mármore de cenoura e chocolate

Bolo-pudim de cenoura e cacau

Brigadeiros de cenoura

Carne de vaca estufada com cenouras

Cenouras assadas com queijo

Cenouras camponesas

Cenouras caramelizadas

Cenouras crocantes com molho especial

Compota de laranja e cenoura

Creme de cenoura e laranja

Creme de cenoura sem batata

Lombo no tacho com ervilhas e cenouras

Muffins de cenoura com nozes pecan e cereais fitness

Néctar de pera e cenoura

Pataniscas de couve e cenoura

Patê de cenoura

Puré com cenoura e tomilho

Queijadas de cenoura

Queques de cenoura

Quiche de peixe com ervilhas e cenoura

Saladinha de cenoura à algarvia

Sopa de cenoura

Sonhos de cenoura

Tarte de cenoura e beterraba

Tarte salgada de cenoura e laranja

Torta de cenoura molhadinha

 

https://saboreiaavida.nestle.pt/bem-estar/cenoura#gs.320ed8

http://www2.insa.pt/sites/INSA/Portugues/AreasCientificas/AlimentNutricao/AplicacoesOnline/TabelaAlimentos/PesquisaOnline/Paginas/DetalheAlimento.aspx?ID=IS600

https://agriculturaemar.com/como-semear-cenouras-na-sua-horta-como-comecar/

https://www.cuf.pt/mais-saude/cenouras-em-excesso-pode-ficar-com-pele-laranja

https://www.bejo.pt/cenoura?f%5B0%5D=field_organic%3A0

https://lifestyle.sapo.pt/sabores/dicas/artigos/cenoura-laranja-esta-invencao-da-holanda-do-seculo-xvii-exige-mimos-a-mesa

https://www.bonduelle.pt/sobre-nos/do-campo-a-mesa/cenoura-um-vegetal-para-todas-estacoes/820/97

https://www.pingodoce.pt/coleccoes/receitas-com-cenoura/

 

31
Mai21

Alimentos de A a Z... Cebola


Retomando a rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos a cebola. 

 

Alimentos de A a Z_cebola.gif

 
A cebola é sobejamente conhecida por provocar lágrimas enquanto é manipulada, mas de forma alguma este contratempo impede que seja degustada diariamente!
 

A cebola é um bolbo que, tal como o alho, pertence ao género Allium.
Pensa-se que teve origem na Ásia há mais de cinco mil anos. Nesta altura, os egípcios utilizavam a cebola quer como género, para pagar aos trabalhadores que construíam as pirâmides, quer como adorno para as tumbas egípcias dos reis, crentes que estes adquiriam os dons fornecidos pela cebola após a vida.

Ao longo dos tempos a cebola tem sido apreciada não só como ingrediente-chave de diversos pratos como também pelas suas propriedades terapêuticas. Era bastante popular entre os anciãos gregos e romanos como tempero quando não encontravam uma especiaria suficientemente picante. Entre as populações mais pobres, a cebola era a eleita devido ao seu baixo custo.

Cristóvão Colombo transportou cebola para as Antilhas e daqui o seu cultivo propagou-se por todo o hemisfério ocidental. Actualmente, os principais países produtores de cebola são a China, Índia, Estados Unidos, Rússia e Espanha.

 

Forma e variedades

Trata-se de uma planta bianual, cuja parte comestível, ou bolbo, consiste no engrossamento da zona da base das folhas, que se tornam carnudas, com uma cor que varia entre o branco e o violeta, cobertas por uma capa exterior de cor branca, vermelha e roxa, ou amarela e cor-de-ouro, consoante o tipo ou a variedade, rica em substâncias que contêm enxofre, que por sua vez é precursor de compostos voláteis tornando-se, consequentemente, o responsável pelo seu forte odor e sabor.

Um alimento com baixo  o seu teor em água ronda os 94%. Há que salientar a importante contribuição da fibra; de , nomeadamente a C, E e as do complexo B (, B3 e B6), tais como  e . Além destes, ainda fornece uma quantidade considerável de alguns , como , cobre, crómio, manganésio e molibdénio.

 

Vantagens e desvantagens

A cebola é um alimento rico num composto responsável pelos seus principais atributos, como sabor e odor pronunciados - disulfureto de alilo propilo. Adicionalmente, este composto está envolvido em mecanismos que conferem benefício para a saúde, como por exemplo - pela competição, a nível hepático, com os receptores de  favorecendo o aumento de insulina disponível na corrente sanguínea para metabolizar a glicose diminuindo, desta forma, os valores de .

O crómio, também presente em quantidades consideráveis neste alimento, auxilia as células na resposta à acção da . Alguns estudos clínicos revelam que o crómio pode diminuir, em doentes diabéticos, os níveis de  em jejum, melhorando a tolerância à glicose, diminuindo os níveis plasmáticos de  bem como os de  total e triglicerídeos, aumentando os de .
As  C e E apresentam capacidade antioxidante sendo fundamentais na formação de colagénio, glóbulos vermelhos, ossos e dentes. A  também promove a absorção do  férrico.

Um flavonóide particularmente abundante na cebola é a quercetina, conhecida pelas suas propriedades  e anti-inflamatórias, motivo pelo qual deve privilegiar o consumo de cebola durante o período de gripe ou constipação.

 e  também desempenham um papel importante na formação dos ossos e dentes assim como no bom funcionamento intestinal, nervoso, muscular e imunitário.  
O contributo do  é essencial para a formação de glóbulos vermelhos, síntese de material genético e de anticorpos.  

A evidência tem demonstrado que a ingestão regular de cebola reduz os níveis séricos de  total e a , ajudando a prevenir patologias do foro cardiovascular. Estes efeitos benéficos devem-se também ao teor em compostos sulfurados, crómio e  por diminuirem os níveis plasmáticos de  – factor de risco para esta patologia.

A ingestão de cebola associa-se ainda à redução de sintomas associados a condições inflamatórias, pois contém compostos que inibem a lipoxigenase e cicloxigenase –  que geram prostaglandinas inflamatórias e tromboxanos – reduzindo, desta forma, o efeito pró-inflamatório, que é potenciado pela acção da  e quercetina.

 

Como utilizar

Embora a cebola seja grandemente apreciada, apresenta um “senão” que é o facto de deixar sempre uma lágrima no olho de quem a manipula!

O composto responsável por este fenómeno é um disulfureto de alilo propilo que é produzido quando os compostos de enxofre se libertam pelo rompimento das células da cebola e são expostos ao ar.

Para atenuar este efeito, descasque a cebola cerca de uma hora antes do corte, desta forma, irá tornar mais lenta a actividade da enzima que produz o disulfureto de alilo propilo e é uma escolha alternativa ao método tradicional de cortar a cebola sob água corrente. Este último processo pode diluir a quantidade de disulfureto de alilo propilo, diminuindo a irritação nos olhos, mas também diminui os seus efeitos benéficos na saúde.

 

Sugestões de utilização:

Anéis de cebola com queijo

Aros de cebola fritos com molho de tomate

Asas de frango agridoces com cebola roxa

Atum de cebolada no tacho

Bacalhau de cebolada

Batatas assadas com cebola e bacon

Berbigão de cebolada

Bifanas de cebolada

Bifes de cebolada

Cebola caramelizada

Cebolas recheadas com atum

Chutney de cebola roxa, maçã e gengibre

Dourada assada com cebolinhas

Estufado de cebola nova caramelizada

Farofa de cebola roxa e cenoura

Frango com crosta de cebola

Iscas de cebolada

Pargo de cebolada

Pataniscas de beringela e cebola roxa

Pickles rápidos de pepino e cebola

Polvo de cebolada

Sopa de cebola

Sopa de cebola gratinada

Tarte de bacon cebola e pimento assado

Tarte de cebola caramelizada com queijo azul

Tortilha de batata e cebola à espanhola

 

https://saboreiaavida.nestle.pt/bem-estar/cebola#gs.2n6v4m

https://www.continente.pt/stores/continente/pt-pt/public/Pages/ProductDetail.aspx?ProductId=5063153(eCsf_RetekProductCatalog_MegastoreContinenteOnline_Continente)

https://www.bejo.pt/cebola?f%5B0%5D=field_organic%3A0

https://omeujardim.com/artigos/como-cultivar-cebolas

https://acientistaagricola.pt/como-plantar-cebola/

https://www.teleculinaria.pt/blog/ingrediente-rei-cebola/

https://www.teleculinaria.pt/videos/cortes-de-cebola/

 

22
Fev21

Alimentos de A a Z... Castanha


No seguimento da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos a castanha.

 

Alimentos de A a Z_castanha.gif

 

O castanheiro (Castanea sativa Mill.) teve a sua origem na região leste do Mediterrâneo há mais de 90 milhões de anos, espalhando-se depois por todo o continente. A castanha é, provavelmente, um dos mais antigos alimentos consumidos pelos habitantes da região que, hoje, designamos por Europa.

Do ponto de vista nutricional, as castanhas constituem um verdadeiro tesouro alimentar (infelizmente, ainda, desconhecido para a maioria das pessoas).

Dez castanhas assadas (84g) fornecem apenas 2g de gordura, mas 17% da quantidade diária de fibra necessária. Isentas de glutén, podem substituir os cereais com glúten, fornecendo energia de qualidade para os doentes celíacos (com intolerância ao glutén), por exemplo.

A castanha é uma excelente fonte de vitaminas, minerais e compostos químicos protectores das células. Das vitaminas presentes na castanha é de realçar a grande quantidade de vitamina C (presente, sobretudo, nos citrinos), mas que aqui ganha importância, em especial para as populações do interior e durante o inverno. Dez castanhas assadas fornecem 36% das quantidades necessárias de vitamina C, 14 % da tiamina necessária, 21% da vitamina B6 e 15% do ácido fólico, este último habitualmente presente nos hortícolas de cor verde. Quanto aos minerais, a castanha fornece quantidades apreciáveis de cálcio, ferro, magnésio, potássio, fósforo, zinco, cobre, manganésio e selénio.

A castanha possui ainda diferentes fitoquímicos, nomeadamente, luteína, zeaxantina, e diversos compostos fenólicos que são importantes anti-oxidantes e protectores celulares.

Os hidratos de carbono presentes na castanha possuem quantidades apreciáveis de amiloses e amilopectinas, polissacarídeos que permitem o desenvolvimento da flora intestinal e a produção de cadeias de ácidos gordos de cadeia curta. Se a este facto, adicionarmos as substâncias indigeríveis (fibra) que estimulam a presença de bactérias probióticas benéficas no intestino, do género Bifidobacterium e Lactobacillus, encontramos na castanha um excelente aliado na redução dos processos inflamatórios (que poderão estar na génese de alguns cancros do intestino). A presença de fibra pode ainda contribuir para a regulação dos níveis de colesterol e da resposta de insulina.

Com tantos atributos é pena que a castanha não integre com mais frequência as nossas refeições, tanto em casa como na escola, podendo substituir o arroz, a massa ou a batata com frequência e com vantagens nutricionais. (Sobretudo dada a sua vasta produção em Portugal, desde a Serra da Padrela, Marvão-Portalegre, até Trancoso e à Terra Fria Transmontana).

 

Dicas para conservar e preparar castanhas 

  • Antes de assar ou cozer as castanhas, convém fazer um pequeno corte na pele, para evitar que rebentem. As castanhas devem ser bem cozidas e mastigadas para facilitar a assimilação.
  • Na loja, repare no estado da casca: deve apresentar-se brilhante.
  • As castanhas podem ser conservadas cozinhando-as numa calda de açúcar, conhecida por marron glacé.
  • As castanhas cruas, com casca, podem conservar-se, no congelador, durante 3 meses. No frigorífico, em sacos de plástico perfurados, até 1 mês. À temperatura ambiente, em lugar fresco, seco e bem ventilado, até 1 semana.
  • As castanhas cozinhadas, podem conservar-se até 6 meses no congelador.

A castanha é um fruto muito versátil, que permite variadíssimas utilizações culinárias, nomeadamente, como acompanhamento de assados ou em puré, como base para sopas e molhos, em pratos de carne e peixe, sobremesas, compotas e bolos.

 

Sugestões de utilização:

Bolachas de castanhas

Bolinhos de castanhas

Bolo de castanha e chocolate

Brownie de castanha

Camarão com castanhas

Carne de porco com castanhas (sem glúten)

Castanhas assadas (na frigideira)

Castanhas em calda

Castanhas salteadas com cogumelos

Codornizes de escabeche com castanhas

Crème brûlée de castanhas

Creme de cogumelos e castanhas

Creme de castanhas com erva-doce

Estufado de legumes com castanhas

Lombinho de porco com castanhas

Mousse de castanhas

Pão lusitano de bolota ou castanha

Sopa de castanhas

Tiramisu de castanha

Trufas de castanha e chocolate

 

https://www.saberviver.pt/comida/nutricao/o-que-deve-saber-sobre-castanhas/

https://www.medis.pt/mais-medis/dieta-e-nutricao/castanhas-um-fruto-cheio-de-nutrientes/

https://www.arodadaalimentacao.pt/alimentacao/castanhas-beneficios/

https://www.deco.proteste.pt/alimentacao/produtos-alimentares/dicas/castanhas-quentes-boas-e-nutritivas

https://florestas.pt/descobrir/sao-martinho-qual-a-origem-da-tradicao-das-castanhas/

https://claradesousa.pt/receita/receitas-com-castanha-doces-e-salgadas/

https://jornaldocentro.pt/online/lifestyle/quentes-e-boas-chegou-epoca-das-castanhas

https://nutrimento.pt/dicas/castanha-um-tesouro-nutricional-a-explorar-nesta-semana-de-sao-martinho/

 

08
Fev21

Alimentos de A a Z... Cardamomo


Na sequência da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos o cardamomo.

 

Alimentos de A a Z_cardamomo.gif

 

O cardamomo, rico em aroma e propriedades terapêuticas, é uma das especiarias mais conhecidas e usadas na culinária indiana - numa variedade de pratos principais, sopas, arroz e caril, sobremesas, bebidas e pastelaria - sendo uma das bases do Garam Masala

O uso de cardamomo cresceu bastante desde o início do século XIX e, como medicamento, pode ser usado para refrescar a respiração, acalmar infecções e auxiliar a digestão. O óleo essencial e a oleorresina (uma mistura natural de resina e óleo) são usados em perfumes. 

 

Origens do cardamomo

O cardamomo é uma das especiarias mais antigas do mundo. É nativa do oriente, originária das florestas no sul da Índia, onde cresce selvagem. Também cresce no Sri Lanka, na Guatemala, na Indochina e na Tanzânia. Os antigos egípcios mastigavam sementes de cardamomo para limparem os dentes; os gregos e romanos usaram-no como perfume. Os Vikings encontraram o cardamomo em Constantinopla há cerca de mil anos, e introduziram-no na Escandinávia, onde permanece popular até hoje. Os árabes atribuíam-lhe propriedades afrodisíacas (que se apresentam regularmente nas Mil e uma Noites) e os antigos índios consideravam-na uma cura para a obesidade.

Existem duas variedades principais de cardamomo, planta remanescente da família das zingiberáceas (tal como o gengibre e a curcuma). O primeiro conhecido como Ellataria, e comumente referido como cardamomo verde ou verdadeiro, é originário principalmente da Índia e da Malásia. A variedade Mysore contém níveis mais elevados de cineol e limonene e, portanto, é o cardamomo mais aromático. As pequenas sementes, perfumadas e picantes, de sabor cítrico e perfume forte, de cor castanho-escura, estão contidas em vagens, de 5 e 20 mm de comprimento, em três filas duplas com cerca de seis sementes em cada fileira. O outro tipo cultivado na Ásia e Austrália faz parte do género Amomum, e tem vários nomes comuns, como cardamomo preto, cardamomo de Java, cardamomo de Bengala, Kravan, cardamomo branco, cardamomo siamês e cardamomo vermelho.

 

Valor nutricional e terapêutico do cardamomo

O cardamomo é altamente rico em manganês, além de ferro, fibras, cálcio, potássio, fósforo, enxofre, magnésio, vitamina C, vitamina A, zinco, riboflavina e um óleo volátil composto de ácidos acético e fórmico. 

As propriedades do cardamomo são inúmeras e incluem a acção analgésica, antisséptica, anti-inflamatória, anti-helmíntica, digestiva, estimulante, carminativa (combate a flatulência), purgativa (laxante), desintoxicante, diurética, diaforética, expectorante, tónico mental e sedativo.

Estudos confirmam que o óleo de cardamomo actua como analgésico e antiespasmódico. O cardamomo tem sido usado na Medicina Ayurvédica, Unani e Chinesa para tratar problemas gastrointestinais como cólicas estomacais, acidez, etc. O óleo de cardamomo ajuda a fortalecer o revestimento de muco no estômago e aumenta a produção de saliva. 

 

Efeitos adversos do cardamomo

São desconhecidas contra-indicações ao uso do cardamomo, contudo é aconselhável ser consumido moderadamente por grávidas, mulheres que estejam a amamentar, e pessoas que tenham desenvolvido intolerância. Pessoas que sofrem de cálculos biliares são desaconselhadas a consumir cardamomo inteiro, sendo mais seguro ingeri-lo em pó.

 

Cozinhar com cardamomo

As vagens podem ser usadas inteiras ou abertas, quando cozinhadas. As sementes também podem ser esmagadas e fritas antes de serem adicionadas aos ingredientes principais. A casca da vagem tem um sabor neutro e não é geralmente utilizada, conferindo um sabor amargo quando deixada na confecção.

O cardamomo é usado principalmente no Oriente. Surge no Ocidente nos biscoitos holandeses e bolos e doces de estilo escandinavo. Confere um sabor muito característico ao caril, é essencial em pilaf (arroz salteado em gordura) e dá carácter a pratos de lentilhas. É frequentemente incluído em pratos e bebidas indianas doces.

Serve como antídoto para vários alimentos, nomeadamente doces, café, chocolate, chá, arroz, e outros cereais. Através das propriedades do seu óleo, o cardamomo compensa o desequilíbrio digestivo gerado pela ingestão deste tipo de alimentos, facilitando a sua assimilação.

 

Sugestões de utilização:

Bolo de ananás perfumado com cardamomo

Bolo de cenoura com cardamomo

Camarão em molho de gengibre com arroz de cardamomo e canela

Caril de camarão com arroz de cardamomo

Caril de legumes

Creme de batata-doce, côco e cardamomo

Espresso de cardamomo

Frango com molho de cardamomo e amêndoa

Kanelbullar: pãezinhos doces suecos com cardamomo e canela

Mousse de chocolate saudável com chá de cardamomo

Peito de frango no forno com cardamomo e alecrim

Pernil assado com cardamomo e pimenta

Pudim de leite com cardamomo

Salada de grão e ervilhas com cardamomo

Salmão com sementes de cardamomo no forno

 

https://mood.sapo.pt/cardamomo-fragrancia-e-beneficios-de-uma-das-mais-antigas-especiarias-do-mundo/

https://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Comida/Reportagens/noticia/2018/08/o-que-e-cardamomo.html

https://www.celeiro.pt/cuide-de-si/glossario/cardamomo

https://www.receiteria.com.br/receitas-com-cardamomo/

http://www.aromasesabores.com/2009/03/especiaria-do-mes-de-marco-cardamomo.html

https://cozinhatecnica.com/2014/10/temperos-cardamomo/

 

25
Jan21

Alimentos de A a Z... Canela


Na sequência da rubrica "Alimentos de A a Z", hoje, apresento-vos a canela.

 

Alimentos de A a Z_canela.gif

 

História

A canela provém de uma árvore tropical, a caneleira - Cinnamomum zeylanicum - e já foi mais preciosa do que o ouro e a prata. O poder aromático desta planta era já conhecido na China e na Índia no século IX a.C. O herborista inglês do século XVII, Nicholas Culpeper, recomendava a canela como preventivo contra o escorbuto.

Os antigos egípcios valorizavam muito a canela e utilizavam-na para embalsamar e também em bruxaria. Os antigos gregos e romanos já a conheciam através das suas rotas de guerra e comércio.

O primeiro registo de uso de canela foi no antigo Egipto, mas também é mencionada no Antigo Testamento como um ingrediente do óleo de unção sagrado. Tem sido utilizada em todo o mundo como um alimento e como um perfume, e o seu aroma revelou-se particularmente popular entre os romanos. Contudo, na Idade Média a oferta não conseguiu acompanhar a procura e o seu valor subiu para níveis elevados. Para alimentar as massas, os exploradores europeus partiram para o Novo Mundo para encontrar canela, mas só quando os comerciantes portugueses chegaram ao Sri Lanka (antigo Ceilão), no início do século XVI, foi encontrada uma fonte suficientemente grande.

Os portugueses conquistaram o Ceilão, em 1536, com o único propósito de alcançar o monopólio do lucrativo comércio da canela mas entraram em guerra com os holandeses que foram ganhando controlo sobre as especiarias do sudueste asiático e monopolizaram o comércio da canela durante bastante tempo tendo, no entanto, perdido este monopólio para os franceses e mais tarde no século XVIII para os Ingleses.

A canela, que encontramos à venda em Portugal, proveniente da região central de Sumatra, na Indonésia, de origem sustentável, pode demorar até 20 anos a desenvolver os óleos altamente voláteis que lhe conferem um sabor quente, doce e ligeiramente picante. A casca é especialmente recolhida do fundo da árvore, onde o sabor é mais intenso e depois cortada, limpa e envelhecida no local antes de ser cuidadosamente embalada.

Os paus de canela inteiros têm apenas um suave aroma quando são recolhidos pela primeira vez, mas depois de partidos ou molhados, exalam o seu aroma mais intenso e inconfundível. Um sabor doce e amadeirado, a canela tem uma suave nota cítrica, e o seu sabor picante é muitas vezes comparado ao poderoso cravo-da-índia. Além da textura, não há diferença de sabor entre a canela moída e o pau de canela, o que difere é a forma como é usada. Os paus são usados da mesma forma que as folhas de louro, e não devem ser comidos. O pó, por outro lado, é usado em misturas.

 

Propriedades

Na Índia era recomendada como contraceptivo feminino. O óleo essencial tem propriedades anti-fúngicas e anestésicas, sendo eficaz em massagens, diluído num óleo base, para dores reumáticas, arterite e dores musculares.

A canela estimula o sistema gastrointestinal, circulatório e respiratório, tendo acção revigorante sobre o organismo. Sempre foi utilizada para combater vários problemas gastro-intestinais como flatulência, perda de apetite, diarreia, parasitas e espasmos intestinais.

Investigações recentes comprovaram que a canela ajuda a baixar o açúcar no sangue sendo recomendada em alguns casos de diabetes tipo 2. Um estudo realizado pela organização médica internacional “The Endocrine Society”, publicado no “Journal of the Endocrine Society”, e divulgado na revista “Galileu”, revela que o consumo de canela ajuda a controlar os níveis de açúcar no organismo em indivíduos que sofrem de pré-diabetes.

 

Benefícios associados ao consumo

Um chá feito com mel e canela pode beneficiar o sistema imunitário, e é tradicionalmente usado para combater também os sintomas de gripes e constipações. 

 

Contra-indicações:

O uso de canela não é recomendado a grávidas por ser um estimulante uterino. O óleo essencial pode causar dermatite de contacto, irritação das mucosas ou reacções alérgicas sobretudo a cinnamomum cassia (canela da China).

 

Sugestões de utilização:

Os paus de canela não são apenas usados em vinho quente, podem ser usados para realçar uma grande variedade de pratos. Experimente adicioná-los ao arroz cozido a vapor (durante a cozedura) para obter um prato deliciosamente reconfortante, ou adicione ao café ou chocolate para conferir um toque quente. Polvilhe canela em pó sobre tartes de maçã, bolos e biscoitos. Ao pequeno-almoço, adicione uma pitada sobre uma torrada quente com manteiga ou mel. Por mais estranho que possa parecer, a canela em pó, também combina muito bem com receitas salgadas, nomeadamente, estufado de carne de vaca ou cordeiro, conferindo-lhe uma maior profundidade de sabor.

Ananás flamejado com moscatel e canela

Argolas de canela

Batido de banana, morangos e canela

Bavaroise de banana e canela

Bolo de canela

Bolo de canela e noz

Bolo de maçã e canela

Coxas de frango, figos e canela

Crepes de lima e canela

Delícia de banana com canela

Muffins de canela

Pão doce de canela

Queques de pêra e canela

Sopa de beterraba, canela e abóbora

Tarte de maçã e canela

Trança de amêndoa com canela

 

https://lifestyle.sapo.pt/saude/peso-e-nutricao/artigos/os-beneficios-da-canela

https://ncultura.pt/10-beneficios-da-canela-para-a-sua-saude-que-vai-gostar-de-conhecer/

https://www.margao.pt/historias-de-sabor/origem/canela

https://www.celeiro.pt/cuide-de-si/temas-de-saude/canela

https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1609614/a-canela-e-os-seus-incriveis-superpoderes

https://www.viversaudavel.pt/estudo-consumo-de-canela-controla-niveis-de-acucar-em-pre-diabeticos/

https://academic.oup.com/jes/article/4/11/bvaa094/5870882

https://goldnutrition.pt/artigos/canela-do-ceilao-vs-canela-normal-qual-a-diferenca/

 

Mais sobre mim

foto do autor

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

Arquivo

    1. 2021
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D

Em destaque no SAPO Blogs
pub